quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Culinária Oriental




Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?

Bem vindo a Cozinha Oriental!

Cada vez mais popular em várias partes do mundo por sua bonita apresentação e seu sabor incomparável, a cozinha oriental, vem ganhando mais e mais adeptos, principalmente por ser considerada uma comida muito saudável. 
As duas culinárias mais conhecidas são a Chinesa e a Japonesa.

Cozinha Chinesa, Culinária Chinesa 

Existem muitos tipos de comida chinesa, pois diferentes áreas da 
China podem ter estilos muito diferentes de cozinhar. Muitas vezes, quando alguém na Europa ou América pensa em comida oriental, comida chinesa vem à mente, com seu uso de frango, arroz, legumes, molhos e ingredientes exóticos. 

Cozinha Japonesa, Culinária Japonesa 

Tradicionalmente a culinária japonesa faz uso pesado de peixes e outros frutos do mar. Esta cozinha tem um sabor muito distinto e estilo comparado a muitos outros tipos de culinária asiática da área Extremo Oriente, porque há menos fritura e preparação mais cuidadosa com vapor ou mesmo com alimentos crús.

Giovanna Catarine n° 09 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


CHINA  
Possui uma das mais exóticas e conhecidas culinárias de todo o mundo. Na maioria das grandes e médias cidades do planeta, é possível encontrarmos algum restaurante chinês, mesmo que seja um fast-food. A principal característica da culinária chinesa é o contraste das cores, aromas e sabores de cada prato, uma tradição baseada no yin e yan: os pólos contrários se complementam. É comum vermos a mistura de pratos doces e salgados, picantes e agridoces, quentes e frios, etc. Para os chineses, a cor, o aroma e o sabor dos alimentos possuem a mesma importância. Por isso são usados ingredientes específicos, como o alho-poró, o gengibre e a pimenta, que conferem um aroma bastante agradável aos pratos, que também são bastante coloridos. 

A culinária da parte norte da China (inclusive de Pequim) se caracteriza principalmente pela importância das massas e frituras: talharim, pastéis, bolinhos de carne, etc. Já os pratos da região do sul do país são bastante variados. Não é novidade a utilização de iguarias muito exóticas, como barbatanas de tubarão, carne de cachorro, cobras, escorpiões e gafanhotos. Tais hábitos, bastante exóticos para os padrões ocidentais, foram assimilados pelos chineses em virtude dos períodos de pobreza, guerra e carência alimentar por que passaram ao longo da história. 
Para comer, os chineses usam instrumentos parecidos com o hashi japonês, que segundo eles, tornam a comida mais saborosa. Geralmente, os mesmos não gostam de tomar bebidas junto com as refeições; dão preferência à sopa de soja.

JAPÃO 
 Estamos falando de uma gama de pratos diferentes dos sushis e sashimis dos restaurantes. A culinária caseira japonesa é aquela que não se encontra com freqüência nos cardápios de restaurantes, mas está todos os dias nos lares, nas mesas das famílias. Não se engane com esta expressão - não estamos falando de uma culinária necessariamente barata. Tanto profissionalmente como a nível doméstico, a culinária japonesa é cara. Ela depende de ingredientes importados e ítens que nem sempre são cultivados ou vendidos em larga escala.

A culinária japonesa é reconhecida internacionalmente como uma culinária rica e saudável, e a culinária caseira japonesa é vista atualmente como a versão oriental da cozinha de bistrô francesa. O conceito de ambas é similar: priorizam-se os ingredientes frescos e o preparo lento de pratos honestos, ricos em sabor, feitos em quantidades limitadas. São gostos e aromas que remetem à infância, a ambientes familiares e reuniões de amigos em casa.

Pouca gente sabe, mas assim como na culinária francesa pratos variam de sabor conforme influências regionais, o mesmo ocorre com a comida japonesa. Conhecer todas essas
nuances é um pouco difícil, mas é possível conhecer pelo menos duas das principais linhas regionais gastronômicas da culinária japonesa: a de Kantõ e a de Kansai.
A expressão Kantõ significa "a leste do portal" e é das regiões mais populosas e industrialmente desenvolvidas do Japão, compreendendo as cidades de Tóquio, Yokohama e Kawasaki. Região caracterizada pela intensa vida urbana e pelos gostos burgueses, a culinária de Kantõ revela preferência por sabores fortes e marcantes. Como reflexo do caráter metropolitano da região, aberto a novidades e influências externas, a culinária de Kantõ é também bastante condimentada e usa com freqüência ingredientes de origem estrangeira, como a manteiga.

Kansai significa "a oeste do portal". Trata-se de uma região com fronteiras não muito bem definidas, que compreende as cidades de Osaka, Kobe, e a antiga sede da corte imperial por mil e duzentos anos, Kyoto. Fortemente influenciada pela estética zen-budista e pelos gostos da aristocracia, a culinária de Kansai prioriza os sabores naturais dos ingredientes, evitando temperos em excesso e gordura. Os pratos de Kansai são leves e belos na apresentação. Os caldos e consomês são claros e sutis no sabor. Trata-se da culinária tradicionalista.
Atualmente há muitas cidades brasileiras que possuem mercearias especializadas em comida oriental e supermercados que comercializam alguns ingredientes para comida japonesa. A cidade de São Paulo concentra a maior parte dessas lojas e oferece a maior variedade desses ingredientes devido à forte presença de imigrantes asiáticos e seus descendentes. Procuraremos em nossas receitas utilizar ingredientes acessíveis, que podem ser encontrados no Brasil.


COREIA  
Apesar de o “kimchi” estar presente em todas as refeições, a culinária coreana, obviamente, não se limita a ele. Numa refeição coreana estão presentes sabores doces, salgados, amargos e comidas quentes e frias. Sem esquecer a “goshu jan” (pimenta coreana), é claro.
A cozinha coreana incorporou algumas características de seus vizinhos, mas tem a sua própria personalidade e usa menos óleo que a cozinha chinesa, embora não seja tão leve quanto a japonesa.
O prato indispensável
O “kimchi”é o prato mais famoso da Coréia. Na realidade, ele é um método de preparação que pode ser usado com legumes, folhas, peixes e frutas. Antigamente essa conserva era preparada no inverno, para ajudar as famílias a enfrentar o frio. Atualmente, o “kimchi”é imprescindível em qualquer refeição coreana, sendo consumido até no café da manhã.


INDONÉSIA 
A cozinha da Indonésia, rica em pratos muito aromáticos e bem condimentados, é fruto das várias influências legadas pelos mercadores que ao longo dos séculos passaram pelas ilhas. As receitas vão desde a confecção de pratos com leves fragrâncias aos apimentados e inclui sopas, fritos estaladiços, sates, peixes aromáticos, molhos picantes, até pratos simples e rápidos de arroz.

LIBANO 
 A cozinha tradicional do Líbano combina a abundância de frutas e verduras frescas. A base dos pratos é, somente, o emprego de cereais e legumes, podendo-se repetir em muitos pratos os mesmos ingredientes, mas com distintas formas de preparação. Se empregam iogurtes, queijos, pepinos, beringelas, ervilhas, nozes, tomates e sésamo em todas as suas formas: semente, em pasta ou em azeite. Emprega-se também azeites vegetais, entre eles o azeite de oliva para fritar alguns alimentos, sendo freqüentemente o emprego de manteigas (smen). 

IRà
 A Culinária do Irã pode-se considerar uma mistura diversa de características e estilos culinários provenientes de todas e cada uma de suas províncias e regiões. Muito apreciado na gastronomia desse país é o caviar, conhecido internacionalmente. Na cozinha iraniana, que é muito simples, sempre há pão (existem diversos tipos), verduras frescas e água. O arroz é um elemento imprescindível nos pratos, assim como o sal comum, a pimenta e o somag (uma especiaria suave). O mais usual é o que se sirva toda a comida de uma só vez, sem uma ordem pré-estabelecida, mas é costume comer primeiro os pratos mais fortes e depois os mais leves. A cozinha iraniana contém várias receitas muito sofisticadas que empregam ervas tais como a menta, o hortelã-verde, o coentro, etc. A especiaria mais conhecida no Irã é o somag que costuma ser um acompanhante da maioria dos pratos iranianos.

Karina Ortiz n° 17 9°D 

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


É conhecida por dar importância à sazonalidade dos alimentos, qualidade dos ingredientes e apresentação.

Narcizo de Lima n° 19 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


Dá para entender o porquê destes números com um olhar mais atento sobre um cardápio básico da comida japonesa. As preparações levam pouca ou nenhuma gordura saturada (o tipo que é nocivo ao organismo).

Gabriel Mesquita n° 06 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


A culinária eventualmente passou por um processo de evolução com o advento da idade média, que marcou o início da expansão de elitismo com a era do domínio Xogum.      


Tipos de culinárias Orientais são: Sushi, Sashimi, Tofu, Karasumi, mugicha, etc...

Victor Pedrassine n° 25 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


A culinária Oriental é conhecida pela qualidade dos ingredientes por dar importância à sazonalidade dos alimentosA culinária Oriental eventualmente passou por um processo de evolução com o advento da idade média, que marcou o início da expansão de elitismo com a era do domínio Xogum. 


Japonesa
A culinária japonesa é reconhecida internacionalmente como uma culinária rica e saudável, e a culinária caseira japonesa é vista atualmente como a versão oriental da cozinha de bistrô francesa. O conceito de ambas é similar: priorizam-se os ingredientes frescos e o preparo lento de pratos honestos, ricos em sabor, feitos em quantidades limitadas. São gostos e aromas que remetem à infância, a ambientes familiares e reuniões de amigos em casa.

Tipos: Sushi: É o mais famoso prato japonês no mundo. E o mais popular entre os japoneses, que os preparam em ocasiões especiais. Basicamente, o sushi pode ser definido como um bolinho de arroz coberto por peixes ou frutos do mar crus. Há, no entanto, vários tipos de sushis, que mudam de nome conforme a forma de preparo ou os ingredientes utilizados.


Confira os tipos mais conhecidos:
Nigiri: Pequenos bocados de arroz recobertos com fatias de peixes ou frutos do mar crus, sendo os mais comuns os de atum, camarão, enguia, lula, polvo, salmão e ovo frito.
Gunkan: Arroz enrolado por algas marinhas e recheado com peixe cru, frutos do mar, ovas de peixes ou legumes.
Norimaki: É um sushi às avessas. Neste tipo, o arroz recobre as algas, que, por sua vez, são recheadas com vários tipos de peixes, legumes e até frutas. No Brasil, a manga é utilizada na confecção deste tipo de sushi.
Temaki: Cones de algas recheados com arroz, peixe cru ou frutos do mar e legumes;
Chirashi: Frutos do mar espalhados por sobre o arroz de sushi.

Sashimi: Fatias de peixe cru degustadas com shoyu (molho de soja) e wasabi (raiz forte). Os japoneses comem alguns diferentes tipos de peixes crus. É óbvio que o peixe tem de estar o mais fresco possível.
Os mais populares tipos de sashimi são:
Maguro: atum - Toro: atum gordo - Ika: lula - Tako: polvo - Ebi: camarão ou lagosta - Saba: cavala (espécie de peixe) - Sake: salmão.
Entre outros.

China
A fascinação da China por comida vem da antiga adoração de deuses e espíritos, quando os imperadores eram levados aos templos ou aos picos sagrados para pedir boas colheitas.
Para os chineses, comer não é apenas uma atividade social e corriqueira, mas a base da sua cultura.
O princípio do yin e yang se aplica também à culinária. No preparo dos pratos é importante sempre buscar o equilíbrio entre temperatura, sabor, aroma, cor, textura, consistência. Na mesa dos chineses costumam aparecer verduras, sopas, pastas ou pães, aves, peixes, frutos do mar ou carnes cozidas em diferentes técnicas.
Um prato deve ser doce (yin) e o outro salgado (yang); um quente (yang) e o outro frio (yin); um macio (yin) e outro crocante (yang). Os chineses acreditam que o equilíbrio entre esses dois elementos garante não apenas uma boa refeição, 
Tipos: Arroz Chinês frito com gambás, Galinha kung Pao, Galinha com Caju, Galinha com molho de ostra, Bife com bróculos, Arroz frito, Salada Chinesa de frango, Chow Mein de gambás com caril (curry), entre outros.

Madagascar
Sua culinária tem forte influencia francesa e não é picante como no restante da África, porém na maioria dos pratos acompanha o SAKAY, um molho de pimenta vermelha com alho. Lá eles costumam fazer as refeições em esteiras no chão com enormes colheres, sem facas.

Tipos:
Lasopy: (Purê de vegetais)
Varenga: (Carne grelhada picada com alho)

Lasary Votabia: ( Cebolinha picada com tomates)

Vary Amim Anana: (Arroz com vegetais)

Entre outros.

Coreia
Intensa e regada de história, assim é a cozinha coreana sulista. Como os chineses, os coreanos também utilizam a filosofia do yin e yang a fim de trazer equilíbrio para as refeições. Para eles, os ingredientes da própria estação é que fornecem o equilíbrio necessário para nutrir o corpo. 

Tipos: 
Darktjim
Bul Go Gi
Manduguk
Entre outros.

Israel
A culinária de Israel, da mesma forma que esse país, foi profundamente influenciada pelas mistura de diferentes etnias, religiões e culturas.

Influências-Árabe
A influência mais dominante é a culinária Árabe , que trouxe pratos típicos de toda região do Oriente Médio. 
Tais como:                                                                                                                                              Homus                                                                                                                                                        Falafel                                                                                                                                                 Shawarma                                                                                                                                            Kebab

Influências-Européia
Outra grande influência é a culinária Judaica, com muitas influências da Europa Central e Oriental, locais tradicionalmente habitados por comunidades judaicas numerosas que migraram posteriormente para Israel. Típicos pratos de produtos não-originários do Mediterrâneo fazem parte integral da cozinha israelense.
Tais como:                                                                                                                                                      Gefilte Fish(bolinhos de carpa)                                                                                                                   Crem (raiz-forte)                                                                                                                         Arenque salgado 
                                                                             Síria 
A culinária da Síria reúne tradições mediterrâneas, européias e orientais. Além das carnes, frutas e legumes, são utilizas muitas especiarias e temperos típicos. Pimenta-síria, snoobar (pinoli), zaáhtar, sumagre ou sumac fazem parte de seus ingredientes preferidos, em uma culinária cheia de pratos perfumados e nutritivos, acompanhados de vegetais frescos, coalhada e azeite. Mesmo nos dias de hoje, a culinária da síria que possui a mesma técninca de preparo de alimentos há mais de três mil anos, não utiliza alimentos processados ou com aditivos químicos, sendo considerada uma cozinha natural e artesanal.

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Sarah Gomes n° 23 9°D

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