quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Roupas Japonesas



Como são as roupas Japonesas?


O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo.A palavra Kimono significa “coisa de vestir” (kiru=vestir, mono=coisa), em outras palavras, “roupas”, e até meados do século 19 foi a roupa usada por todos no Japão. Isso começou a mudar lentamente com a importação de ternos, vestidos e outras modas ocidentais durante a Era Meiji. 


Gabriel Mesquita n°06 9°D


Como são as roupas Japonesas?



Kimono - A Vestimenta Tradicional do Japão
O kimono é a roupa tradicional do Japão. Os estilos do kimono mudaram significativamente de um período da história a outro, e hoje há muitos tipos diferentes, utilizados por homens, mulheres e crianças. O corte, a cor, o tecido e as decorações de um kimono podem variar de acordo com o sexo, a idade, o status social, a estação do ano e a ocasião para que é usado.A obi é a faixa que fica amarrada em torno de um kimono. Pode ser amarrada de maneiras simples ou muito elaboradas. Podendo ser bastante largas, algumas levam até meia hora para ser amarradas.O Kimono mais freqüentemente encontrado é uma veste longa de seda. Entretanto, muitos dos modelos são mais curtos, chamados de “haori”. O kimono pode ser usado aberto, como uma roupa para a noite, ou amarrado com uma obi. É usado, tradicionalmente, sempre com o lado esquerdo sobre o direito. Somente na morte esta ordem se inverte. Todo kimono varia no comprimento e há modelos de seda para homens e mulheres, de rayon, sintéticos, de fibra, de linho e de lã. Quando de algodão, o kimono pode usado como um “yukata” ou roupão de banho. Freqüentemente, o kimono ou o haori possui um símbolo chamado de “mon”, que é o símbolo da família do proprietário original.O “Mon” tem uma história longa e complexa, mas sempre foi usado como forma de identificação. Em um kimono, pode haver três tipos de colocação do “mon”: apenas um no centro das costas, abaixo da nuca; um na gola e em cada lado do peito; e um em cada lado do peito e no centro, na parte traseira de cada manga. Essa última combinação do “mon” é a mais formal.

Giovanna Catarine n°09 9°D

Como são as roupas Japonesas?


O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo. A palavra Kimono significa “coisa de vestir” (kiru=vestir, mono=coisa), em outras palavras, “roupas”, e até meados do século 19 foi a roupa usada por todos no Japão. Isso começou a mudar lentamente com a importação de ternos, vestidos e outras modas ocidentais durante a Era Meiji . Existem diferentes tipos de kimono para diferentes ocasiões e estações, incluindo aquelas usadas pelos homens. Ultimamente é usado por algumas pessoas mais velhas ou artistas tradicionais. O Kimono não faz mais parte da roupa cotidiana dos japoneses, mas ainda são amplamente usados em ocasiões especiais como casamentos e cerimônias de graduação.
Mas atualmente o que esta sendo usado pelos japoneses são os : fruits, visual kei, gothic lollita, j-rock, cosplay e harajuko.


Karina Ortiz n° 17 9°D


Como são as roupas Japonesas?



O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo.
Existem diferentes tipos de kimono para diferentes ocasiões e estações, incluindo aquelas usadas pelos homens. Ultimamente é usado por algumas pessoas mais velhas ou artistas tradicionais. O Kimono não faz mais parte da roupa cotidiana dos japoneses, mas ainda são amplamente usados ​​em ocasiões especiais como casamentos e cerimônias de graduação.

Sarah Gomes n° 23 9°D


Como são as roupas Japonesas?


O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo. A palavra Kimono significa “coisa de vestir” (kiru=vestir, mono=coisa), em outras palavras, “roupas”, e até meados do século 19 foi à roupa usada por todos no Japão. Isso começou a mudar lentamente com a importação de ternos, vestidos e outras modas ocidentais durante a Era Meiji . Existem diferentes tipos de kimono para diferentes ocasiões e estações, incluindo aquelas usadas pelos homens. Ultimamente é usado por algumas pessoas mais velhas ou artistas tradicionais. O Kimono não faz mais parte da roupa cotidiana dos japoneses, mas ainda são amplamente usados em ocasiões especiais como casamentos e cerimônias de graduação.

Narcizo de Lima n° 19 9°D

Como são as roupas Japonesas?

São roupa estampadas com muitos animes (ou animês), mangas, roupas de diversas cores, bichinhos, entre outros.

Victor Pedrassine n°25 9°D

As Escolas no Japão/Brasil



Como são as escolas no Japão? Compare as escolas do Japão com as do Brasil. 


CONTEÚDO EDUCACIONAL
CURRÍCULO
O conteúdo do currículo lecionado nas escolas é pré-determinado e editado pelo Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia.
Os livros didáticos utilizados nas escolas primárias, ginasiais e nas escolas de educação especial são fornecidos gratuitamente pelo Governo Federal.
Já nas escolas colegiais e escolas colegiais de educação especial, devem ser comprados.
A família que tem dificuldade financeira para pagar a despesa escolar do ensino obrigatório, pode receber o auxílio financeiro. Como há restrições e condições para se receber o benefício, consulte, se estuda em escola primária ou ginasial, a Secretaria de Educação Municipal ou a Secretaria de Educação da Província se estuda em escola provincial

LIVROS DIDÁTICOS
AUXÍLIO FINANCEIRO

Gabriel Mesquita n°06 9°D

Como são as escolas no Japão? Compare as escolas do Japão com as do Brasil. 

Apesar das dificuldades, as escolas brasileiras no Japão estão trabalhando para formar cidadãos competentes. É um trabalho feito com muitas limitações, mas é o melhor possível". A declaração é de Grasiela Cristina Corrêa da Silva, 28, autora de um estudo comparativo entre a educação brasileira dada no Brasil e no Japão, feito como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de pós-graduação em Gestão Educacional pela Universidade Católica de Brasília.

Giovanna Catarine n° 09 9°D

Como são as escolas no Japão? Compare as escolas do Japão com as do Brasil. 



A escola elementar é obrigatória no Japão, os alunos começam aos 6 anos de idade, estima-se que 99% das escolas elementares do país sejam públicas. O uso da escola é grátis, com exceção da alimentação e de materiais pessoais (apesar de serem subsidiados pelo governo), a média é de 31 alunos por classe, organizados em pequenos grupos com lições acadêmicas, disciplinares e de senso de responsabilidade, também são usados alunos monitores que auxiliam na manutenção da ordem. O currículo acadêmico padrão inclui língua japonesa, estudos sociais, aritmética e ciências, completadas com outras matérias como educação moral, artes, artesanato, música, trabalhos domésticos, educação física e língua inglesa. A alimentação não é grátis, mas é subsidiada pelo governo, os almoços incluem pão, leite e um prato principal, a alimentação também é um instrumento de educação, com o ensino de nutrição e de boas práticas alimentares, por isso os estudantes comem na própria sala junto com os professores, eles também são responsáveis pela limpeza dos seus pratos.
A escola média é obrigatória e começa aos 12 anos de idade, estima-se que 95% das escolas médias sejam publicas, a média é de 38 alunos por classe, cada sala possui um conselheiro. Ao contrário das escolas elementares, na escola média os estudantes têm diferentes professores para diferentes matérias, os professores usam outros tipos de mídia como televisão, rádio e computadores, algumas matérias também são usados laboratórios, a organização também é baseada em pequenos grupos. O currículo inclui língua japonesa, estudos sociais, matemática, ciências, música, artes, saúde e educação física. Também existem aulas de trabalhos domésticos e industriais, junto com educação moral e de cidadania. Também existem grupos de atividades especiais nas escolas.
Apesar da escola superior não ser obrigatória no Japão, aproximadamente 94% dos estudantes da escola média vão para a superior, as escolas superiores são pagas, inclusive as públicas que representam aproximadamente 76% dos estudantes. O currículo inclui disciplinas acadêmicas como língua japonesa, matemática, ciências e inglês, junto com história, geografia, atividades cívicas e economia doméstica, mais as disciplinas específicas para áreas específicas, sendo as áreas econômicas e industriais as mais populares.
O Japão possui uma cultura totalmente diferente, claro. Lá o governo é rígido em relação a recursos humanos, e a importância que se dá a educação passa longe de ser comparada com a do Brasil.
As escolas brasileiras estão cada vez mais em situação precária, e isso só piora... enquanto no Japão, a educação só avança !

Karina Ortiz n°17 9°D

Como são as escolas no Japão? Compare as escolas do Japão com as do Brasil. 


   São bem rígidas porque aos 5 anos de idade os alunos já aprendem inglês, informática, natação, etc...  
Existe muitas diferenças das escolas japonesas para as escolas Brasileiras, umas dela é que os alunos ficam na escola 1 ano a mais, tendo ao todo passado 9 anos (no mínimo) de sua vida em uma escola. Outra é a grande carga horária, lá eles estudam período integral, das Segundas- feiras até os Sábados, mais ou menos das 8 da manhã até as 4 ou 5 da tarde e depois ainda fazem atividades do clube que os alunos são incentivados a participar.

Victor Pedrassine n° 25 9°D


Como são as escolas no Japão? Compare as escolas do Japão com as do Brasil. 

Existem muitas diferenças das escolas japonesas para as brasileiras, uma delas é que os japinhas ficam na escola 1 ano a mais do que nós. Tendo ao todo passado 9 anos (no mínimo) de sua vida em uma escola. Outra diferença também grande é a carga horária, pois os jovens estudam em período integral, de segunda a sábado, mais ou menos das oito horas da manhã até quatro ou cinco horas da tarde, ficando depois para as atividades do clube, que os alunos são incentivados a participar. A história de ir para escola até de sábado foi um tanto chocante, não sabia mesmo disso, e imaginar só os domingos de "folga” (já que muitos passam esse dia estudando para as provas) é um tanto aterrorizador. E por ficarem quase o dia inteiro, explica o motivo do porque levar os famosos bêntos (marmitas), já que muitos devem ter pensando o porquê de terem uma refeição no meio da tarde/manhã. A história dos clubes deve ser para tirar o estresse que você sofre, e por isso as horas restantes você pode fazer natação, basquete, tênis, música, coral, torcida, mangá, fotografia... Até ritual do chá. Mas também tem a opção de escolher não fazer nenhum curso. Entretanto, os alunos são sempre incentivados a participar de pelo menos de um. Como nas casas japonesas os alunos tem que tirar os sapatos para entrar na escola, e então usam algo como uma sapatilha, muitas vezes branca ou beje. Você entra no primário aos 6 anos, mas antes disso você já fica em jardins de infância, crechês, entre outros, e mesmo o sistema parecendo bastante com o nosso, as fases são divididas assim: : Jardim de infância(幼稚园 Yōchien), Ensino Fundamental (小学校 Shōgakkō a Educação Obrigatória), A escola secundária / Inferior do ensino secundário (中 学校 chūgakkō parte da Educação Obrigatória), Ensino médio / O ensino secundário (高等学校 kōtōgakkō, Abbr.高校 koko) Universidade apos a Graduação(大学 daigaku; gakushi-Katei) . A escola secundária, é algo como se fosse nossa 5ª á 8ª série, sendo aqui parte do ensino fundamental. O Ensino médio não é obrigatório, mas muitos japoneses sempre tentam entrar nessas escolas, que por sinal são bem difíceis, já que você tem que fazer uma prova para entrar nelas. No fundamental e escola secundária você aprende as disciplinas básicas e também teoria musical, artes cênicas, culinária, corte e costura... Além de aprender a tocar flauta doce, música e aprendem a compôr canções. Em ciências estudam desde a astronomia até a construção de robôs. Estudam também as sete artes (arquitetura, cinema, escultura, literatura, música, pintura, teatro) e também a dançar. E como se não fosse pouco nesse cansativo dia, você ainda pode ser o encarregado de limpar a sala depois ou antes da aula. Além desses motivos temos também o grande respeito que os alunos japoneses tem pelos seus professores, dificilmente um aluno vai desobedecer o professor. E falando em professor, uma coisa que eles tem que fazer semestralmente é visitar a casa dos alunos para conversar com seus pais, sobre o que quer ser no futuro, como está na escola, entre outros. Sobre as férias, na verdade não existem praticamente, são apenas 1 semana chamada Golden Week, que acontece no meio do ano perto de alguns feriados, muitas vezes nesses feriados os alunos ganham alguns exercícios para serem feitos. Há também um tempo de pausa no fim do ano, mais por causa do frio, já que lá é inverno. E vamos falar sobre algo que todos concordamos que é muito legal, o uniforme, (eu sei, até os meninos gostam disso, não escondam) pois bem, vamos começar pelo jardim de infância, no jardim de infância, a única coisa que é obrigatória é um capacete, para se proteger quando estiver na rua. Na escola secundária os rapazes usam uniforme preto em
estilo militar e as moças usam uniformes azul-marinho em estilo marinheiro (seeraa-fuku). Já no ensino médio vária de escola para escola. Mas entre elas suas regras são rígidas. E têm surgido muitos problemas com os uniformes, principalmente das garotas, hoje em dia. A polêmica é que muitos professores estão tentando parar com essa moda que tem surgido de usar uniforme como um estilo, querendo que elas fiquem bem mais cumpridas e "corretas", o motivo é por muitas jovens sofrerem abusos sexuais, por causa da sua roupa, além delas serem confundidas com alguns tipos de kogais que se vestem de colegiais.

Narcizo de Lima n° 19 9°D 

Texto final




Texto final


O Japão é um “país-ilha” que forma um arco no oceano Pacífico ao Leste do continente asiático. Abrange quatro grandes ilhas, Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku, além de centenas de outras menores. O Pacífico banha a costa Leste, enquanto a Oeste o Mar do Japão e o Mar do Leste da China separam o Japão do continente asiático. Com 377.864 quilômetros quadrados.


Gabriel Mesquita n° 06 9°D

Texto final





O Japão é um pais que não precisa de pesquisa para saber que na sua historia ou no seu futuro que sempre que um acidente acontecer ele vai se reerguer com toda força o japoneses são um povos fortes e determinados capazes de sobre viver a uma bomba atômica um tsunami. E ainda estar de pé e sua cultura é umas das mais influentes do mundo, como a culinária.  Que em todo o pais que você for você vai encontrar por isso que o Japão é umas das potencias do mundo.

Gabryel Braz n°07 9°D


Texto final



- No dia 18/06/1908 chega ao Brasil, no Porto de Santos, o navio Kasato Maru trazendo as primeiras 165 famílias japonesas, 781 pessoas que sonhavam com uma vida melhor. A viagem durou 52 dias.

Giovanna Catarine n° 09 9°D


Texto final


    O oriente é repleto de paises importantes no mundo, onde se encontra a maior diferença de culturas entre os próprios paises.
Japão é um pais que se destaca no oriente por sua economia e influencia no mercado mundial. China também não fica fora deste argumento....
Há muitos paises no oriente , onde talvez , um dos mais populares, populosos e com a cultura mais diferenciada é o Japão !
    No Japão , ocorreram vários fatos históricos , quase todos eles são muito conhecidos no mundo inteiro e muito destacados ao longo dos anos.
Dentre os fatos importantes ocorridos no Japão , um dos mais importantes  foi o fato da imigração do Japão...
    A cultura japonesa , é umas das mais extensas , completas e cheia de particularidades do mundo inteiro . Esta cultura é muito valorizada em todo o mundo, tanto no Japão ( onde essa cultura é preservada até hoje por seus habitantes), como nos paises onde há imigrantes do Japão.

Karina Ortiz n° 17 9°D


Texto final



No oriente médio existem vários países: Afeganistão, Arábia Saudita, Bahrain, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Síria, Turquia.
Extremo Oriente: China (as províncias de Tibete, Qinghai e Xinjiang ficam na Ásia Central), Japão, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Taiwan.

No Japão existem vários fatores históricos que marcam muitos acontecimentos ocorridos no oriente como:
486- Clóvis tornou-se rei dos francos e fundou a dinastia merovíngia, governante do Primeiro Estado Franco.
527-565 Justiniano I governou o Império Bizantino e desenvolveu o famoso Código Justiniano de leis.
622- Maomé, fundador da religião muçulmana, fugiu de Meca para Medina. A fuga de Maomé, chamada de Hégira, assinala o começo do calendário muçulmano.
661- O califado dos omíadas estabeleceu a capital do império muçulmano em Damasco.
711- Os muçulmanos invadiram a Espanha e deram início à ocupação que durou cerca de 700 anos.
732- Carlos Martel liderou os francos na derrota que impuseram aos invasores muçulmanos em Tours. Essa vitória impediu que os muçulmanos conquistassem a Europa.
750- O califado dos abássidas substituiu o dos omíadas como governantes do império muçulmano e posteriormente estabeleceu a nova capital em Bagdá.
750- Carlos Magno tornou-se governante dos francos.
770- Os chineses inventaram a impressão com blocos de madeira.
800- O papa Leão III coroou Carlos Magno imperador dos romanos.
843- O tratado de Verdun dividiu o império de Carlos Magno em três partes, iniciando-se o desenvolvimento nacional da França, Alemanha e Itália.
862- Rurik, chefe dos varegos (viquingues), estabeleceu seu governo em Novgorod e fundou o império russo.
878- Alfredo, o Grande, da Inglaterra, derrotou os dinamarqueses na batalha de Edington.
969- Os fatímidas conquistaram o Egito e transformaram o Cairo no centro do império muçulmano.
987- Hugo Capeto tornou-se rei da França e fundou a dinastia capetíngia que governou até 1328.
1000- Leif Ericson navegou para oeste, da Groenlândia para o continente norte-americano. Comandou o que foi, provavelmente, a primeira expedição européia ao continente das Américas.
1016- Canuto tornou-se rei da Inglaterra e submeteu todo o país ao domínio dinamarquês.
1037- Os turcos seldjuques conquistaram a maioria dos reinos iranianos. 1066- Forças normandas, sob o comando de Guilherme, o Conquistador, derrotaram os anglo-saxões na batalha de Hastings, terminando o domínio anglo-saxão na Inglaterra.
1099- Forças cristãs conquistaram Jerusalém, no final da Primeira Cruzada.
1187- Tropas muçulmanas sob o comando de Saladino reconquistaram Jerusalém.
1192- Yorimoto tornou-se o primeiro xogum a governar o Japão.
1215- Barões da Inglaterra forçaram o rei João a assinar a Magna Carta.
1279- Kublai Khan liderou os mongóis completando a conquista da China.
1368- A dinastia Ming começou seu domínio de 300 anos na China.
1440- Johannes Gutenberg, um impressor alemão, inventou o tipo móvel.
1453- Os turcos otomanos conquistaram Constantinopla (Istambul) e derrubaram o Império Bizantino.

A estrutura etária da população do Oriente Médio é composta, em sua maioria, por jovens. De acordo com dados de 2007, praticamente todos os países dessa região da Ásia possuem uma restrita população idosa. Isso é explicado porque as taxas de natalidade são altas e a expectativa de vida é baixa. Esse aspecto não ocorre em Israel, uma vez que a população idosa acima dos 65 anos representa 10% de todos os habitantes do país.
A religião predominante no Oriente Médio é o islamismo. Cerca de 70% da população é seguidora dessa religião, porém, são praticadas outras, como o cristianismo e o judaísmo. O cristianismo é praticado, sobretudo na Turquia e no Líbano, e o judaísmo em Israel. 

Narcizo de Lima n°19 9°D

Culinária Oriental




Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?

Bem vindo a Cozinha Oriental!

Cada vez mais popular em várias partes do mundo por sua bonita apresentação e seu sabor incomparável, a cozinha oriental, vem ganhando mais e mais adeptos, principalmente por ser considerada uma comida muito saudável. 
As duas culinárias mais conhecidas são a Chinesa e a Japonesa.

Cozinha Chinesa, Culinária Chinesa 

Existem muitos tipos de comida chinesa, pois diferentes áreas da 
China podem ter estilos muito diferentes de cozinhar. Muitas vezes, quando alguém na Europa ou América pensa em comida oriental, comida chinesa vem à mente, com seu uso de frango, arroz, legumes, molhos e ingredientes exóticos. 

Cozinha Japonesa, Culinária Japonesa 

Tradicionalmente a culinária japonesa faz uso pesado de peixes e outros frutos do mar. Esta cozinha tem um sabor muito distinto e estilo comparado a muitos outros tipos de culinária asiática da área Extremo Oriente, porque há menos fritura e preparação mais cuidadosa com vapor ou mesmo com alimentos crús.

Giovanna Catarine n° 09 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


CHINA  
Possui uma das mais exóticas e conhecidas culinárias de todo o mundo. Na maioria das grandes e médias cidades do planeta, é possível encontrarmos algum restaurante chinês, mesmo que seja um fast-food. A principal característica da culinária chinesa é o contraste das cores, aromas e sabores de cada prato, uma tradição baseada no yin e yan: os pólos contrários se complementam. É comum vermos a mistura de pratos doces e salgados, picantes e agridoces, quentes e frios, etc. Para os chineses, a cor, o aroma e o sabor dos alimentos possuem a mesma importância. Por isso são usados ingredientes específicos, como o alho-poró, o gengibre e a pimenta, que conferem um aroma bastante agradável aos pratos, que também são bastante coloridos. 

A culinária da parte norte da China (inclusive de Pequim) se caracteriza principalmente pela importância das massas e frituras: talharim, pastéis, bolinhos de carne, etc. Já os pratos da região do sul do país são bastante variados. Não é novidade a utilização de iguarias muito exóticas, como barbatanas de tubarão, carne de cachorro, cobras, escorpiões e gafanhotos. Tais hábitos, bastante exóticos para os padrões ocidentais, foram assimilados pelos chineses em virtude dos períodos de pobreza, guerra e carência alimentar por que passaram ao longo da história. 
Para comer, os chineses usam instrumentos parecidos com o hashi japonês, que segundo eles, tornam a comida mais saborosa. Geralmente, os mesmos não gostam de tomar bebidas junto com as refeições; dão preferência à sopa de soja.

JAPÃO 
 Estamos falando de uma gama de pratos diferentes dos sushis e sashimis dos restaurantes. A culinária caseira japonesa é aquela que não se encontra com freqüência nos cardápios de restaurantes, mas está todos os dias nos lares, nas mesas das famílias. Não se engane com esta expressão - não estamos falando de uma culinária necessariamente barata. Tanto profissionalmente como a nível doméstico, a culinária japonesa é cara. Ela depende de ingredientes importados e ítens que nem sempre são cultivados ou vendidos em larga escala.

A culinária japonesa é reconhecida internacionalmente como uma culinária rica e saudável, e a culinária caseira japonesa é vista atualmente como a versão oriental da cozinha de bistrô francesa. O conceito de ambas é similar: priorizam-se os ingredientes frescos e o preparo lento de pratos honestos, ricos em sabor, feitos em quantidades limitadas. São gostos e aromas que remetem à infância, a ambientes familiares e reuniões de amigos em casa.

Pouca gente sabe, mas assim como na culinária francesa pratos variam de sabor conforme influências regionais, o mesmo ocorre com a comida japonesa. Conhecer todas essas
nuances é um pouco difícil, mas é possível conhecer pelo menos duas das principais linhas regionais gastronômicas da culinária japonesa: a de Kantõ e a de Kansai.
A expressão Kantõ significa "a leste do portal" e é das regiões mais populosas e industrialmente desenvolvidas do Japão, compreendendo as cidades de Tóquio, Yokohama e Kawasaki. Região caracterizada pela intensa vida urbana e pelos gostos burgueses, a culinária de Kantõ revela preferência por sabores fortes e marcantes. Como reflexo do caráter metropolitano da região, aberto a novidades e influências externas, a culinária de Kantõ é também bastante condimentada e usa com freqüência ingredientes de origem estrangeira, como a manteiga.

Kansai significa "a oeste do portal". Trata-se de uma região com fronteiras não muito bem definidas, que compreende as cidades de Osaka, Kobe, e a antiga sede da corte imperial por mil e duzentos anos, Kyoto. Fortemente influenciada pela estética zen-budista e pelos gostos da aristocracia, a culinária de Kansai prioriza os sabores naturais dos ingredientes, evitando temperos em excesso e gordura. Os pratos de Kansai são leves e belos na apresentação. Os caldos e consomês são claros e sutis no sabor. Trata-se da culinária tradicionalista.
Atualmente há muitas cidades brasileiras que possuem mercearias especializadas em comida oriental e supermercados que comercializam alguns ingredientes para comida japonesa. A cidade de São Paulo concentra a maior parte dessas lojas e oferece a maior variedade desses ingredientes devido à forte presença de imigrantes asiáticos e seus descendentes. Procuraremos em nossas receitas utilizar ingredientes acessíveis, que podem ser encontrados no Brasil.


COREIA  
Apesar de o “kimchi” estar presente em todas as refeições, a culinária coreana, obviamente, não se limita a ele. Numa refeição coreana estão presentes sabores doces, salgados, amargos e comidas quentes e frias. Sem esquecer a “goshu jan” (pimenta coreana), é claro.
A cozinha coreana incorporou algumas características de seus vizinhos, mas tem a sua própria personalidade e usa menos óleo que a cozinha chinesa, embora não seja tão leve quanto a japonesa.
O prato indispensável
O “kimchi”é o prato mais famoso da Coréia. Na realidade, ele é um método de preparação que pode ser usado com legumes, folhas, peixes e frutas. Antigamente essa conserva era preparada no inverno, para ajudar as famílias a enfrentar o frio. Atualmente, o “kimchi”é imprescindível em qualquer refeição coreana, sendo consumido até no café da manhã.


INDONÉSIA 
A cozinha da Indonésia, rica em pratos muito aromáticos e bem condimentados, é fruto das várias influências legadas pelos mercadores que ao longo dos séculos passaram pelas ilhas. As receitas vão desde a confecção de pratos com leves fragrâncias aos apimentados e inclui sopas, fritos estaladiços, sates, peixes aromáticos, molhos picantes, até pratos simples e rápidos de arroz.

LIBANO 
 A cozinha tradicional do Líbano combina a abundância de frutas e verduras frescas. A base dos pratos é, somente, o emprego de cereais e legumes, podendo-se repetir em muitos pratos os mesmos ingredientes, mas com distintas formas de preparação. Se empregam iogurtes, queijos, pepinos, beringelas, ervilhas, nozes, tomates e sésamo em todas as suas formas: semente, em pasta ou em azeite. Emprega-se também azeites vegetais, entre eles o azeite de oliva para fritar alguns alimentos, sendo freqüentemente o emprego de manteigas (smen). 

IRà
 A Culinária do Irã pode-se considerar uma mistura diversa de características e estilos culinários provenientes de todas e cada uma de suas províncias e regiões. Muito apreciado na gastronomia desse país é o caviar, conhecido internacionalmente. Na cozinha iraniana, que é muito simples, sempre há pão (existem diversos tipos), verduras frescas e água. O arroz é um elemento imprescindível nos pratos, assim como o sal comum, a pimenta e o somag (uma especiaria suave). O mais usual é o que se sirva toda a comida de uma só vez, sem uma ordem pré-estabelecida, mas é costume comer primeiro os pratos mais fortes e depois os mais leves. A cozinha iraniana contém várias receitas muito sofisticadas que empregam ervas tais como a menta, o hortelã-verde, o coentro, etc. A especiaria mais conhecida no Irã é o somag que costuma ser um acompanhante da maioria dos pratos iranianos.

Karina Ortiz n° 17 9°D 

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


É conhecida por dar importância à sazonalidade dos alimentos, qualidade dos ingredientes e apresentação.

Narcizo de Lima n° 19 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


Dá para entender o porquê destes números com um olhar mais atento sobre um cardápio básico da comida japonesa. As preparações levam pouca ou nenhuma gordura saturada (o tipo que é nocivo ao organismo).

Gabriel Mesquita n° 06 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


A culinária eventualmente passou por um processo de evolução com o advento da idade média, que marcou o início da expansão de elitismo com a era do domínio Xogum.      


Tipos de culinárias Orientais são: Sushi, Sashimi, Tofu, Karasumi, mugicha, etc...

Victor Pedrassine n° 25 9°D

Como é a culinária Oriental? Que tipo de culinária há no Oriente?


A culinária Oriental é conhecida pela qualidade dos ingredientes por dar importância à sazonalidade dos alimentosA culinária Oriental eventualmente passou por um processo de evolução com o advento da idade média, que marcou o início da expansão de elitismo com a era do domínio Xogum. 


Japonesa
A culinária japonesa é reconhecida internacionalmente como uma culinária rica e saudável, e a culinária caseira japonesa é vista atualmente como a versão oriental da cozinha de bistrô francesa. O conceito de ambas é similar: priorizam-se os ingredientes frescos e o preparo lento de pratos honestos, ricos em sabor, feitos em quantidades limitadas. São gostos e aromas que remetem à infância, a ambientes familiares e reuniões de amigos em casa.

Tipos: Sushi: É o mais famoso prato japonês no mundo. E o mais popular entre os japoneses, que os preparam em ocasiões especiais. Basicamente, o sushi pode ser definido como um bolinho de arroz coberto por peixes ou frutos do mar crus. Há, no entanto, vários tipos de sushis, que mudam de nome conforme a forma de preparo ou os ingredientes utilizados.


Confira os tipos mais conhecidos:
Nigiri: Pequenos bocados de arroz recobertos com fatias de peixes ou frutos do mar crus, sendo os mais comuns os de atum, camarão, enguia, lula, polvo, salmão e ovo frito.
Gunkan: Arroz enrolado por algas marinhas e recheado com peixe cru, frutos do mar, ovas de peixes ou legumes.
Norimaki: É um sushi às avessas. Neste tipo, o arroz recobre as algas, que, por sua vez, são recheadas com vários tipos de peixes, legumes e até frutas. No Brasil, a manga é utilizada na confecção deste tipo de sushi.
Temaki: Cones de algas recheados com arroz, peixe cru ou frutos do mar e legumes;
Chirashi: Frutos do mar espalhados por sobre o arroz de sushi.

Sashimi: Fatias de peixe cru degustadas com shoyu (molho de soja) e wasabi (raiz forte). Os japoneses comem alguns diferentes tipos de peixes crus. É óbvio que o peixe tem de estar o mais fresco possível.
Os mais populares tipos de sashimi são:
Maguro: atum - Toro: atum gordo - Ika: lula - Tako: polvo - Ebi: camarão ou lagosta - Saba: cavala (espécie de peixe) - Sake: salmão.
Entre outros.

China
A fascinação da China por comida vem da antiga adoração de deuses e espíritos, quando os imperadores eram levados aos templos ou aos picos sagrados para pedir boas colheitas.
Para os chineses, comer não é apenas uma atividade social e corriqueira, mas a base da sua cultura.
O princípio do yin e yang se aplica também à culinária. No preparo dos pratos é importante sempre buscar o equilíbrio entre temperatura, sabor, aroma, cor, textura, consistência. Na mesa dos chineses costumam aparecer verduras, sopas, pastas ou pães, aves, peixes, frutos do mar ou carnes cozidas em diferentes técnicas.
Um prato deve ser doce (yin) e o outro salgado (yang); um quente (yang) e o outro frio (yin); um macio (yin) e outro crocante (yang). Os chineses acreditam que o equilíbrio entre esses dois elementos garante não apenas uma boa refeição, 
Tipos: Arroz Chinês frito com gambás, Galinha kung Pao, Galinha com Caju, Galinha com molho de ostra, Bife com bróculos, Arroz frito, Salada Chinesa de frango, Chow Mein de gambás com caril (curry), entre outros.

Madagascar
Sua culinária tem forte influencia francesa e não é picante como no restante da África, porém na maioria dos pratos acompanha o SAKAY, um molho de pimenta vermelha com alho. Lá eles costumam fazer as refeições em esteiras no chão com enormes colheres, sem facas.

Tipos:
Lasopy: (Purê de vegetais)
Varenga: (Carne grelhada picada com alho)

Lasary Votabia: ( Cebolinha picada com tomates)

Vary Amim Anana: (Arroz com vegetais)

Entre outros.

Coreia
Intensa e regada de história, assim é a cozinha coreana sulista. Como os chineses, os coreanos também utilizam a filosofia do yin e yang a fim de trazer equilíbrio para as refeições. Para eles, os ingredientes da própria estação é que fornecem o equilíbrio necessário para nutrir o corpo. 

Tipos: 
Darktjim
Bul Go Gi
Manduguk
Entre outros.

Israel
A culinária de Israel, da mesma forma que esse país, foi profundamente influenciada pelas mistura de diferentes etnias, religiões e culturas.

Influências-Árabe
A influência mais dominante é a culinária Árabe , que trouxe pratos típicos de toda região do Oriente Médio. 
Tais como:                                                                                                                                              Homus                                                                                                                                                        Falafel                                                                                                                                                 Shawarma                                                                                                                                            Kebab

Influências-Européia
Outra grande influência é a culinária Judaica, com muitas influências da Europa Central e Oriental, locais tradicionalmente habitados por comunidades judaicas numerosas que migraram posteriormente para Israel. Típicos pratos de produtos não-originários do Mediterrâneo fazem parte integral da cozinha israelense.
Tais como:                                                                                                                                                      Gefilte Fish(bolinhos de carpa)                                                                                                                   Crem (raiz-forte)                                                                                                                         Arenque salgado 
                                                                             Síria 
A culinária da Síria reúne tradições mediterrâneas, européias e orientais. Além das carnes, frutas e legumes, são utilizas muitas especiarias e temperos típicos. Pimenta-síria, snoobar (pinoli), zaáhtar, sumagre ou sumac fazem parte de seus ingredientes preferidos, em uma culinária cheia de pratos perfumados e nutritivos, acompanhados de vegetais frescos, coalhada e azeite. Mesmo nos dias de hoje, a culinária da síria que possui a mesma técninca de preparo de alimentos há mais de três mil anos, não utiliza alimentos processados ou com aditivos químicos, sendo considerada uma cozinha natural e artesanal.

Entrte outros tipos de culinária Oriental

Sarah Gomes n° 23 9°D

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente


東洋と西洋の文化の違い
(Diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente)

Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?


Assim podemos continuar examinando ambas culturas e seguiremos encontrando costumes totalmente opostos, que fazem com que os conceitos sejam diferentes em todos os aspectos. E mesmo que a sociedade ocidental e a oriental ainda possam parecer rivais atualmente por seu desenvolvimento histórico, político e social, cada vez mais um conceito torna-se único: o desejo de paz e aproximação entre os povos.

Gabriel  Mesquita n° 06 9°D

Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?


 O modo de pensar dos orientais e dos ocidentais não resulta apenas em diferenças de costumes: ele muda a maneira de enxergar o mundo.Ocidentais tendem a focar a atenção em objetos centrais, já orientais se concentram no conjunto.

Foi comprovado que as diferenças culturais entre povos ocidentais e orientais vão além da escrita e dos costumes: eles enxergam, literalmente, o mundo de forma diferente.

Como a filosofia ocidental condiciona o indivíduo a ser independente, ele tende a focar em objetos centrais. Já os orientais, que pregam a interdependência, costumam enxergar a cena como um todo. Portanto, é possível afirmar que os ocidentais enxergam menos, mas com mais detalhes, e que os orientais têm uma visão mais ampla.

Para confirmar a tese, os cientistas realizaram um teste com duas etapas. Na primeira, os voluntários deveriam estimar o tamanho de uma reta isolada. Na segunda, foi pedido que determinassem o tamanho da reta em relação ao de um quadrado. Os ocidentais tiveram facilidade com a reta isolada, já os orientais foram melhores ao compará-la com o quadrado.

Isto não se dá por uma diferença genética. A imersão do indivíduo em uma determinada cultura possibilita que ele desenvolva mais algumas partes do cérebro, o que causa esta diferença da visão. Se um oriental for viver no ocidente ou vice e versa, a forma de enxergar pode mudar.

A pesquisa, publicada no jornal Psychological Science, usa os termos “ocidental” e “oriental” de maneira simplória: ocidentais seriam os americanos, australianos e europeus, bem como povos de outros países com cultura individualista, enquanto orientais seriam os japoneses, chineses e koreanos. As outras etnias não foram pesquisadas a fundo.

Em janeiro, cientistas liderados por Trey Hedden e John Gabrieli mostraram que maneiras de pensar profundamente enraizadas pela cultura afetam o cérebro dos dois povos de maneira diferente até na hora de realizar tarefas simples. Em um estudo, os pesquisadores pediram para que os voluntários escolhessem uma caneta entre cinco: eram quatro vermelhas e uma verde. A maioria dos orientais escolheu a vermelha, enquanto os ocidentais ficaram com a verde.

Em outro experimento, crianças com 8 anos de idade tiveram que montar um quebra-cabeça. As ocidentais foram melhores em quebra-cabeças escolhidos por elas mesmas. Já as orientais tiveram um melhor desempenho quando montavam quebra-cabeças escolhidos por suas mães. Com esse resultado, os estudiosos notaram que as crianças criadas em uma cultura que preza a independência sentiam-se melhor quando exerciam seu direito de escolha. As asiáticas, por sua vez, acreditavam que suas mães escolhiam o melhor para elas.

“A cultura não muda a forma como você enxerga o mundo, e sim a maneira de interpretá-lo”, disse Gabrieli. Os cientistas acreditam que esta descoberta pode ajudar a compreender melhor as diferenças entre os dois povos e melhorar as relações, o que será cada vez mais importante no mundo globalizado.



Gabryel Braz n° 07 9°D

Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?


O Oriente Médio possui aproximadamente 260 milhões de habitantes, o que lhe dá, demograficamente, uma condição de mediana populosa. Os países do Oriente Médio de maior população são: Turquia e Irã; suas respectivas populações somam cerca de 140 milhões de habitantes, percentual que ultrapassa os 50% de toda a população do Oriente Médio.
A estrutura etária da população do Oriente Médio é composta, em sua maioria, por jovens. De acordo com dados de 2007, praticamente todos os países dessa região da Ásia possuem uma restrita população idosa. Isso é explicado porque as taxas de natalidade são altas e a expectativa de vida é baixa. Esse aspecto não ocorre em Israel, uma vez que a população idosa acima dos 65 anos representa 10% de todos os habitantes do país.

A religião predominante no Oriente Médio é o islamismo. Cerca de 70% da população é seguidora dessa religião, porém, são praticadas outras, como o cristianismo e o judaísmo. O cristianismo é praticado, sobretudo na Turquia e no Líbano, e o judaísmo em Israel. O Oriente Médio é berço das três principais religiões monoteísta do mundo: cristianismo, judaísmo e islamismo. O islamismo é a religião que mais cresce no planeta.
Do ponto de vista histórico, o Oriente Médio é considerado o berço das grandes civilizações do passado. Podemos citar como exemplos as civilizações antigas da Mesopotâmia e do Egito. Na Península Arábica também se desenvolveu, a partir do
século século  século VIII, o Império Árabe.

Karina Ortiz n° 17 9°D

Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?


·         No ocidente a vestimenta para o luto é de cor preta, no oriente esta é branca.
·         No ocidente reza-se para o exterior, Deus encontra-se nos céus, no oriente reza-se para o interior, para o despertar o Deus que existe em nós.
·         No ocidente escreve-se da esquerda para a direita, em muitos países do oriente a escritura é da direita para a esquerda.
·         No ocidente a escritura forma a palavra letra por letra, no oriente se escreve palavra por palavra ou idéia por idéia.
·         No ocidente as bandeiras são horizontais, já no oriente são verticais.
·         No ocidente a roupa por muito tempo utilizada era a escura e opaca, no oriente era colorida e brilhante.
·         As guloseimas das crianças do ocidente foram por muito tempo a base de sabores doces, no oriente os sabores são azedos, agridoces e ácidos.
·         A alimentação ocidental é preferencialmente com base salina, a oriental é doce, amarga, ácida, inclusive na Índia provam-se os sete sabores a cada dia da semana.
·         No ocidente corta-se a comida na mesa utilizando-se facas, no oriente toda a comida já é cortada adequadamente, não se utiliza faca na mesa.
·         A música culta do ocidente é suave, no oriente é estridente.
·         No ocidente dança-se com os pés e o corpo de maneira harmoniosa porém rígida, no oriente dança-se com todo o corpo inclusive com os ombros, olhos, boca, batendo os pés e mãos como nas danças indianas e chineses, etc.
·         O calendário ocidental é solar, já o chinês é lunar.
·         O ano novo chinês é variável entre o fim de janeiro até meados de fevereiro, o ocidental é fixo, 1 de janeiro.
·         A astrologia ocidental é mais celeste que terrestre baseando se num zodíaco cósmico, a oriental é ao contrário, muito mais terrestre que celeste baseando se nos animais da terra (Feng Shui).
·         No ocidente a maior parte dos idiomas são linguagens onde a pronúncia se apóia com o uso da língua, no oriente são guturais com apoio da garganta e sons nasais.
·         No ocidente a medicina é do tipo química enquanto no oriente é energética tipo acupuntura, chi kung, etc.

Assim podemos continuar examinando ambas culturas e seguiremos encontrando costumes totalmente opostos, que fazem com que os conceitos sejam diferentes em todos os aspectos. E mesmo que a sociedade ocidental e a oriental ainda possam parecer rivais atualmente por seu desenvolvimento histórico, político e social, cada vez mais um conceito torna-se único: o desejo de paz e aproximação entre os povos.


Victor Pedrassine  n° 25 9°D

Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?


Assim podemos continuar examinando ambas culturas e seguiremos encontrando costumes totalmente opostos, que fazem com que os conceitos sejam diferentes em todos os aspectos. E mesmo que a sociedade ocidental e a oriental ainda possam parecer rivais atualmente por seu desenvolvimento histórico, político e social, cada vez mais um conceito torna-se único: o desejo de paz e aproximação entre os povos

Giovanna Catarine n° 09 9°D


Quais são as diferenças culturais entre o Oriente e o Ocidente?



O Oriente Médio possui aproximadamente 260 milhões de habitantes, o que lhe dá, demograficamente, uma condição de mediana populosa. Os países do Oriente Médio de maior população são: Turquia e Irã; suas respectivas populações somam cerca de 140 milhões de habitantes, percentual que ultrapassa os 50% de toda a população do Oriente Médio.
A estrutura etária da população do Oriente Médio é composta, em sua maioria, por jovens. De acordo com dados de 2007, praticamente todos os países dessa região da Ásia possuem uma restrita população idosa. Isso é explicado porque as taxas de natalidade são altas e a expectativa de vida é baixa. Esse aspecto não ocorre em Israel, uma vez que a população idosa acima dos 65 anos representa 10% de todos os habitantes do país.
A religião predominante no Oriente Médio é o islamismo. Cerca de 70% da população é seguidora dessa religião, porém, são praticadas outras, como o cristianismo e o judaísmo. O cristianismo é praticado, sobretudo na Turquia e no Líbano, e o judaísmo em Israel. O Oriente Médio é berço das três principais religiões monoteísta do mundo: cristianismo, judaísmo e islamismo. O islamismo é a religião que mais cresce no planeta.
Do ponto de vista histórico, o Oriente Médio é considerado o berço das grandes civilizações do passado. Podemos citar como exemplos as civilizações antigas da Mesopotâmia e do Egito. Na Península Arábica também se desenvolveu, a partir do
século século  século VIII, o Império Árabe.

Narcizo de Lima n° 19 9°D